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sexta-feira, 14 de junho de 2013

(R) E V O L U Ç Ã O


Já era hora. Não dava mais pra fingir que nada estava acontecendo.
Esse país é nosso, não deles. NÓS decidimos como serão as coisas, não eles.
Nossa geração é a responsável por tomar conta daqueles que já lutaram muito antes, somos o elo entre os remanescentes da ditadura e a ainda despreocupada geração Z.

Somos nós que temos de ir até lá. É nossa obrigação moral lutar pelo justo, tornar certo o conceito de "justiça cega", porque a cegueira dela só tem prejudicado o povo.
Temos mesmo que vandalizar, usar com eles a mesma arma que eles usam com a gente. O vandalismo choca, assusta, e ele sempre será lembrado. O vidro quebrado do banco não coça o bolso de ninguém. O lixo queimado é quase um favor.

São os 20 centavos? Sim, são os 20 centavos. 20 centavos que caíram como gota num barril extremamente profundo de revolta, a última gota antes de transbordar. Transbordou, e muito. Agimos por impulso, impulsinando o movimento, tornando-o maior e mais forte. Ainda que tudo muito novo, a prática faz o aprendizado, logo que aprendermos a pensar e se movimentar, não vai existir polícia inteligente o suficiente para nos parar.

Você não é manifestante só quando vai pra rua. Se manifestar é ploriferar a ideia, torná-la um consenso entre os demais, fazer o próximo entender que existe força e vantagem em lutar por esse ideal.

Nossa força vem de nós, e somos muito maiores quando estamos unidos. Que todos nos juntemos para mostrar ao Estado que o país é nosso.

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